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Gastronomia

 

Os comeres tradicionais de Penamacor andam naturalmente associados “ao que a terra dá”, isto é, aos produtos locais. As sopas à base de batata, couve, feijão e grão-de-bico pautavam a alimentação quotidiana, intercalada da conserva de salmoura do porco criado na pocilga, bem como dos enchidos, uma e outros rigorosamente doseados para durarem o ano inteiro. As carnes frescas, de aves, cabra ou cabrito, ovelha ou borrego, mais raramente de vaca, assadas no forno a lenha, estufadas ou guisadas em panelas de ferro, ao lume, eram habitualmente reservadas para algum acontecimento extraordinário ou para as épocas festivas. Isto, é claro, para a maioria do povo.
Pela matança do porco, conforme as localidades, apresentavam-se os arrozes de carnes ensanguentadas (o arroz da espinhela, suã ou cevã), nacos de soventre cozido, assados da fressura e, pela desmancha (ou desmanchação), as febras assadas ou guisadas.
O queijo, azeitonas de conserva, o toucinho, os enchidos, mais raramente o presunto, serviam para acompanhar o pão, tradicionalmente cozido nos fornos comunitários.
Os doces giravam essencialmente à volta do leite, o ingrediente mais à mão, com o qual se faziam os bolos de leite, o arroz-doce, as papas-de-milho.

A ADRACES - Associação de Desenvolvimento da Raia Centro e Sul, publicou em 2008 o livro “Cozinhados Lembrados”, volume que se constitui como o melhor repositório de toda a tradição gastronómica do concelho, pelo que se aconselha  vivamente a sua consulta.

 

 

 

 

 

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